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terça-feira, 19 de junho de 2012 Nota | 22:45

Rio+20: Delegação russa cria saia justa diplomática

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Os russos estão chegando. E o Itamaraty e o resto do governo que se cuidem. A vinda da delegação que deve ter o ex-presidente e atual primeiro-ministro Dmitri Medvedev à frente causou duas dores de cabeça para as equipes encarregadas de receberem os chefes de estado e de governo que participarão da Rio+20.

O primeiro problema foi a chegada de um contêiner lacrado. Como é de praxe, a Receita Federal foi inspecionar. Mas os russos não deixaram. Criou-se um impasse. O contêiner acabou liberado sem que fosse vistoriado.

Ontem, dia 18, chegaram carros blindados para o deslocamento de Medveded e de sua entourage. A Receita e a Polícia Federal quiseram ver o que tinha nas malas. Mais uma vez os russos negaram permissão. Com o novo impasse, instâncias superiores foram novamente acionadas. E mais uma vez os russos levaram a melhor. Entraram no Brasil sem que as bagagens fossem vistoriadas.

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Nota | 18:51

Senador francês diz que representantes dos governos estão desconectados do povo

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Joël Labbé, 60 anos, é um senador francês pelo Partido Verde e está no Rio de Janeiro para a Rio+20. Ele esteve no Riocentro, onde ocorre a conferência da ONU, mas foi visitar a Cúpula dos Povos, evento paralelo organizado pela sociedade civil no Aterro do Flamengo.

O senador francês Joel Labbé numa banquinha do MST na Cúpula dos Povos

O senador francês Joel Labbé numa banquinha do MST na Cúpula dos Povos (Foto: Luiz Antonio Ryff)

Foi encontrado comendo frutas em pé, em uma banquinha do MST, com o paletó nas costas. Sorridente, criticou os encontros oficiais, onde falou em um painel sobre a grilagem de terras por multinacionais.

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“O mundo do Riocentro é completamente desconectado em relação ao povo. Não tem muitos representantes políticos vindo aqui”, lamenta ele. “Mas o ambiente para a verdadeira mudança está aqui”, diz Labbé, que também é prefeito de Saint-Nolff, na Bretanha.

“Sou otimista por natureza, mas não tenho ilusões em relação ao texto original”, afirma ele, que defende a agricultura biológica orgânica e está em contato com a Via Campesina.

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sábado, 16 de junho de 2012 Nota | 15:59

Floresta da Tijuca inaugura o maior sistema de trilhas sinalizado do País

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Aproveitando a Rio+20, o Parque Nacional da Tijuca inaugura neste domingo (17) o maior sistema de trilhas sinalizado em parques no Brasil. É a primeira ação do Projeto Travessias, que planeja implementar e sinalizar trilhas em outros nove Parques Nacionais. A iniciativa foi idealizada pelo recém-empossado Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação do Instituto Chico Mendes, o ambientalista e diplomata Pedro Cunha e Menezes.

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Na Floresta da Tijuca o sistema de trilhas integra dois circuitos, o Castro Maya e o Major Archer (os nomes homenageiam dois personagens importantes para a história da maior floresta urbana do mundo, onde fica o Corcovado e a estátua do Cristo Redentor).

A história pouco conhecida de um herói do ambientalismo nacional

As trilhas circulares têm cerca de 32 km de percurso (a Major Archer, externa, com 20km; a Castro Maya, interna, com 12km) e passam por diversas atrações do parque. Durante o percurso serão visitadas estruturas históricas dos séculos 18 e 19, como a Capela Mayrink e as ruínas do Sítio Midosi, com vistas de pontos turísticos conhecidos, como o Pico da Tijuca e o Bico do Papagaio. O circuito interno leva dois dias para ser completado. O externo prevê quatro dias.

Visitas guiadas

Para aproveitar a vinda de delegações estrangeiras, imprensa internacional, ambientalistas e pessoas interessadas em meio ambiente e questões de biodiversidade, o Parque Nacional da Tijuca também está promovendo visitas guiadas gratuitas até o dia 24 de junho. São dez circuitos de caminhadas que vão do esforço leve ao grau pesado de dificuldade.

Os roteiros incluem pontos tradicionais do parque, como a Trilha do Estudante e o Bico do Papagaio. A lista dos passeios, os pontos de inscrição e de saída dos percussos podem ser lidos aqui.

Nessas visitas guiadas o limite máximo de participantes é de 20 pessoas por roteiro. Como as vagas são limitadas, os interessados devem chegar com antecedência aos locais de inscrição, já que não haverá reserva ou pré-agendamento dos passeios.

É preciso levar protetor solar; repelente; chapéu ou boné para proteger do sol; usar roupas e calçados fechados, confortáveis e apropriados para o clima fresco da floresta, que fica em torno de 13º. Além disso, é necessário levar água para hidratação durante a caminhada e alimentos leves para lanche. Não haverá visita guiada em caso de chuva.

Quem quiser mais informações sobre as trilhas ou sobre o Parque Nacional da Tijuca, pode ligar para (21) 2492-2253/2252 (ramal: 113 e 124). A entrada fica na Estrada da Cascatinha, 850, no Alto da Boa Vista.

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quinta-feira, 14 de junho de 2012 Nota | 13:14

Pegada de carbono da Rio+20 deve chegar a 5 mil toneladas

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Dados preliminares calculados pela Coordenação de Sustentabilidade do Comitê Nacional de Organização (CNO) indicam que a pegada de carbono deixada pela Rio+20 será da ordem de 5.000 toneladas. Após o término do evento será feita uma nova avaliação. Pegada de carbono é a medida da quantidade de dióxido de carbono (C02) e outros gases com efeito estufa (GEE) que uma pessoa ou atividade produzem.

Rio+20 terá aplicativo para calcular pegada de carbono das delegações

Foram calculadas as seguintes fontes de emissão: Uso de combustíveis nos veículos terrestres oficiais da Conferência; Uso de energia elétrica nos principais locais da Conferência; Disposição de resíduos gerados nos principais locais da Conferência; Viagens aéreas dos delegados credenciados e secretariado das Nações Unidas.

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Durante a Rio+20, serão realizadas atividades de redução das emissões de GEE. Segundo a Coordenação de Sustentabilidade, “dados preliminares indicam que as emissões decorrentes da organização do evento -associadas ao consumo de combustíveis em equipamentos fixos, transporte terrestre oficial, consumo de energia elétrica e disposição de resíduos sólidos nos principais locais da reunião – serão da ordem de 5.000 toneladas, total bastante inferior ao benchmark identificado em eventos internacionais similares”.

“As emissões decorrentes da organização da RIO+20 que não puderem ser reduzidas serão compensadas através do uso das ‘reduções certificadas de emissão’ (RCEs) provenientes de projetos brasileiros do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL),estabelecido pelo Protocolo de Quioto. O uso do MDL garante que as reduções são reais, adicionais e mensuráveis.”

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Nota | 12:15

Aplicativo calcula pegada de carbono no deslocamento de delegados para Rio+20

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Um aplicativo que calcula qual a pegada de carbono dos participantes que vieram para a Rio+20 será anunciado hoje à tarde (dia 14) pelo ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, em uma conferência no Riocentro, sede da Conferência da ONU. Pegada de carbono é a medida da quantidade de dióxido de carbono (C02) e outros gases com efeito estufa (GEE) que uma pessoa ou atividade produzem.

Logotipo da Rio+20

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O aplicativo que será apresentado por Patriota foi desenvolvido em parceria pelo Comitê Nacional de Organização da Rio+20, a Caixa Econômica Federal e o Pnud Brasil. Há outros disponíveis, inclusive online, para quem quiser ter uma ideia aproximada de quanto polui.

O CNO calculou qual será a pegada de carbono do evento em solo nacional e estratégias para compensação. Patriota irá anunciar o montante que será gerado e como será feita a compensação. No entanto, o Brasil não irá compensar a emissão provocada pelo deslocamento dos participantes estrangeiros até o Rio. O aplicativo permitirá que cada delegação, ou cada integrante, saiba quanto poluiu para chegar até a conferência e, voluntariamente, busquem compensar as emissões.

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O aplicativo ficará disponível aos participantes para que eles possam medir as emissões da viagem até a conferência e comprar RCEs (reduções certificadas de emissão) oferecidas por projetos brasileiros do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.

Segundo o CNO, os resultados das estimativas (antes e depois da Rio+20), as atividades de redução de emissão de GEE implementadas durante o encontro e a lista dos projetos que doaram RCEs para a compensação das emissões da organização do evento serão divulgados após o término da conferência.

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quarta-feira, 13 de junho de 2012 Nota | 10:31

Cresce número de trabalhadores de 10 a 15 anos em uma década no Rio

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Dia 12 de junho é o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. E o IBGE divulgou números do Censo 2010 sobre o tema. No País, são 3,4 milhões de crianças e adolescentes de 10 a 17 anos de idade trabalhando, cerca de 530 mil a menos que em 2000.

No caso do Estado do Rio houve uma diminuição também (menos 14.045), mas isso não ocorreu na capital, onde o número ficou praticamente estagnado. Eram 42.997 em 2000. Passaram para 43.045 em 2010 (+0,11%).

Saiba mais sobre a pesquisa do IBGE

O ponto mais negativo no Estado do Rio é que, embora o número de trabalhadores infantis tenha declinado na faixa de 16 a 17 anos, aumentou na de 10 a 15 anos, onde o esforço para evitar esse tipo de atividade deveria ser mais forte.

Houve um acréscimo considerável. Em 2000 eram 52.765 crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos trabalhando. Em 2010 o contingente subiu para 57.528.

No Estado, esse exército de trabalhadores infantis entre 10 e 17 anos é predominantemente urbano (129.563 nas cidades e 9.137 no campo) e masculino (84.721 meninos e 53.980 meninas).

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sexta-feira, 1 de junho de 2012 Nota | 15:20

Epidemia de dengue termina com 13% da população carioca infectada

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A secretaria municipal de Saúde do Rio de Janeiro decretou o fim da epidemia de dengue na cidade nesta semana, após um mês de vigência do alerta. O principal tipo de dengue registrado foi o 4, que ainda não havia circulado de forma prevalente. Ele foi responsável por 86,8% das notificações (o tipo 1 teve 12,9% das incidências).

Oficialmente, até o final da semana passada, foram registrados 82.680 casos – sendo 19 mortes. No entanto, segundo Giovanini Coelho, coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, é bastante significativo o caso de subnotificações de casos de dengue.

Rio deve se preparar para aprender a conviver com doença
Tire suas dúvidas sobre a dengue

“Quem adoece de forma clássica é uma minoria. A maioria é de assintomáticos ou que sofre com uma manifestação branda da doença, afirma ele.

O coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde cita um “estudo clássico cubano”, usado como referência no tratamento da dengue que demonstrou que um em cada dez casos apenas é detectado pelas autoridades de Saúde.

Sendo assim, os 82.680 casos de dengue registrados na cidade do Rio de Janeiro este ano seriam a ponta do iceberg de um universo de cerca de 826.800 pessoas infectadas, a maioria assintomática ou com uma manifestação tão leve da doença que nem percebeu se tratar de dengue. Ainda mais que o tipo 4 se mostrou menos agressivo do que o tipo 2, por exemplo. Isso seria uma das explicações para o número de óbitos comparativamente baixo em relação às epidemias anteriores (em 2002 foram 62 mortes; em 2008 foram 153 em igual período).

Essas pessoas cuja contaminação não foi objeto de registro, no entanto, passam a estar imunizadas contra a dengue do mesmo tipo que foram infectadas. Elas também correm um risco maior de contrair dengue hemorrágica caso venham a ser contaminadas por um mosquito transmissor de um outro tipo da doença.

De epidemia à baixa incidência

Curiosamente, o alerta de epidemia emitido pelas autoridades de Saúde no Rio não vigorou durante o auge do período de contaminação, mas apenas quando o número de casos já estava na descendente. Pelo critério usado pela Prefeitura, há epidemia quando o número de casos novos ultrapassa 300 por 100 mil habitantes, o que ocorreu já nas últimas semanas de março.

Com o novo anúncio, o Rio foi de uma situação de epidemia para uma de “baixa incidência” na última semana, quando há menos de 100 casos por mil habitantes.

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terça-feira, 22 de maio de 2012 Nota | 16:27

Venda do QG da PM para a Petrobras apaga um pedaço da história

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Por R$ 336 milhões um pedaço da história do Brasil vai ser posto a baixo. O governo do Rio anunciou a venda do quartel-general da Polícia Militar do Rio na rua Evaristo da Veiga, no centro da cidade, para a Petrobras, que pretende erigir no local um prédio para alocar parte de seus funcionários, espalhados por 13 locais diferentes. A Empresa de Obras Públicas ficará encarregada de demolir os edifícios.

O terreno tem 13.500 metros quadrados e fica próximo da sede da Petrobras, na avenida Chile. Do pátio da PM é possível ver o edifício da companhia petrolífera.

Embora não seja tombado pelo patrimônio, o local tem valor histórico nacional. A Polícia Militar do Rio foi a primeira do País e sua origem remonta a 1809, quando foi criada por D.João VI a Divisão Militar da Guarda Real da Polícia da Corte. O prédio do QG sediou o Corpo de Guardas Permanentes, que era comandado por Duque de Caxias, no período de 1832 a 1839. Foi o primeiro comando militar do futuro patrono do Exército. Em 10 de julho de 1865, partiram do quartel dos Barbonos da Corte (como eram então conhecidos) 510 oficiais e praças para lutar na guerra do Paraguai. Eles foram nomeados como 31º Corpo de Voluntários da Pátria.

Há projetos tramitando na Assembleia Legislativa e na Câmara de Vereadores propondo o tombamento do imóvel.

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terça-feira, 13 de março de 2012 Nota | 18:54

Granada é encontrada – e detonada – na praia do Leblon

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Policiais civis do esquadrão antibombas da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) detonaram no início da noite desta terça-feira (13) uma granada achada na praia do Leblon, na zona sul do Rio. Segundo policiais, a granada foi encontrada no final da tarde por duas crianças que começaram a brincar com ela. Uma senhora viu e avisou os bombeiros no posto salva-vidas. Eles isolaram a área e acionaram a polícia.

Policiais da Core se preparam para detonar a granada

Policiais da Core se preparam para detonar a granada

Veja o vídeo: Encontrada na praia, granada é detonada no Leblon

A granada era de efeito moral (de gás de pimenta, usada para controlar distúrbios e dispersar multidões) e estava na areia, na altura da rua Afrânio de Mello Franco (onde ficam a 14ªDP,  a Delegacia de Atendimento ao Turista e o Shopping Leblon). Uma escolinha de vôlei para crianças fica a poucas dezenas de metros de onde foi encontrado o artefato.

Para efetuar a detonação, foi interditado um trecho da praia de cerca de 200 metros, junto ao mar. Os peritos fizeram um buraco na areia e com ajuda de um braço mecânico a granada foi levada para lá e detonada. Segundo o inspetor Ivaldo, da Core, a granada era de baixo poder explosivo mas, caso detonasse enquanto fosse manuseada, poderia levar a ferimentos como a perda dos dedos ou da mão.

Policiais acreditam que ela pode ter sido trazida pelo mar.

Policial exibe a granada detonada

Policial exibe a granada detonada

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quinta-feira, 1 de março de 2012 Nota | 10:01

Conheça dez curiosidades sobre o aniversário da cidade do Rio

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Hoje é aniversário do Rio de Janeiro. São 447 velinhas no bolo. Para comemora a data, eis abaixo dez curiosidades ligadas à fundação da cidade.

1. A cidade foi fundada em 1º de março de 1565 pelo português Estácio de Sá, que se tornou o primeiro governador-geral da Capitania do Rio. Alguns anos mais tarde ele viraria nome de rua, de largo e até de escola de samba.

2. O local de fundação é um dos lugares mais bonitos e importantes – e menos visitados – da cidade: a praia entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, na Urca, imediatamente antes da entrada da Baía de Guanabara. Hoje é área militar, ocupada pelo Exército, que tem lá o Forte São João, onde também fica a Escola Superior de Guerra.

Vista aérea do Rio, com o o trecho entre os morros Cara de Cão e Pão de Acúcar à direita

Vista aérea do Rio, com o o trecho entre os morros Cara de Cão e Pão de Acúcar à direita

3. O nome de batismo da cidade é São Sebastião do Rio de Janeiro, uma homenagem a Dom Sebastião 1º, o rei menino português, que contava então 11 anos.

4. Por causa de controvérsias entre historiadores, o aniversário da cidade foi comemorado durante muito tempo no dia do padroeiro, São Sebastião, 20 de janeiro. Só em 1957 é que 1º de março foi oficializado.

5. Embora a cidade do Rio tenha sido fundada em 1565, já havia um povoamento no local. Só que francês. Capitaneados por Villegagnon, os franceses chegaram dez anos antes, na tentativa de fincar uma base aqui. A experiência colonial ficou conhecida como França Antártica.

6. Tanto portugueses quanto franceses tiveram como aliados tribos indígenas com hábitos antropofágicos (adeptos do canibalismo, em outras palavras). Os franceses lutaram com a ajuda dos Tupinambás. Os portugueses arregimentaram os Temiminós.

7. Estácio de Sá morreu em consequências de ferimento recebido em uma batalha na praia do Flamengo, em uma área ocupada hoje pelo Outeiro da Glória e pelos jardins do Palácio do Catete. Na época o lugar era conhecido como Uruçumirim. Estácio de Sá recebeu uma flechada no olho, no dia 20 de janeiro de 1567. Seu túmulo está na Igreja dos Capuchinhos, na Tijuca.

8. O padre José de Anchieta acompanhou a missão de Estácio de Sá para expulsar os franceses do Rio de Janeiro. Mais tarde, ele escreveria um poema épico glorificando os feitos de Mem de Sá, governador-geral do Brasil, que veio em socorro do sobrinho. Foi testemunha da chacina dos combatentes derrotados, “passados todos ao fio da espada”.

9. Um dos índios que ajudou os portugueses foi Araribóia, líder dos Temiminós. Pouco após a expulsão dos franceses, em 1573, ele foi para o outro lado da Baía, fundando São Lourenço dos Índios, hoje Niterói.

10. A rua mais antiga do Rio é considerada a antiga Rua Direita, no Centro, hoje chamada de 1º de Março. Mas o nome não tem nada a ver com a data de fundação. É uma homenagem ao fim da Guerra do Paraguai, que terminou justamente no aniversário da cidade, em 1870. Eram tempos em que as informações circulavam beeeeem mais lentamente. A notícia do fim da guerra só chegou aqui duas semanas depois, quando aportou na cidade um navio vindo do Uruguai.

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